domingo, 21 de novembro de 2010
Psicologia Social no Brasil:
A psicologia social no Brasil tem início nos estudos etnopsicológicos de Nina Rodrigues em 1900, O animismo feitichista dos negros africanos e As coletividades anormais, ou melhor, como coloca Laplantine (1998) nos estudos que revelam o confronto entre a etnografia e a psicologia. Materiais etnográficos recolhidos a partir de observações muito precisas são interpretados no âmbito da psicologia clínica da época. Nina Rodrigues considera os problemas da integração das populações européias às advindas da diáspora africana que segundo ele constituem o principal obstáculo para o progresso da sociedade global.
Muitos autores brasileiros seguiram essa linha de raciocínio que oscilava entre os pressupostos biológicos racistas da degenerescência racial, uma interpretação psicológica (instabilidade do caráter resultante do choque de duas culturas) até as modernas interpretações sociológicas iniciadas a partir de 1923 com os estudos de Gilberto Freyre autor do reconhecido internacionalmente Casa grande e senzala.
Com o título de Psicologia Social vamos encontrar o trabalho de Arthur Ramos (1903-1949) foi o professor convidado para ministrar o curso de psicologia social na recém criada Universidade do Distrito Federal no Rio de Janeiro (1935) e logo desfeita pelo contexto político da época. Não fugiu a clássica abordagem do estudo simultâneo das inter-relações psicológicas dos indivíduos na vida social e a influência dos grupos na personalidade mas face a sua experiências anteriores nos serviços de medicina legal e médico de hospital psiquiátrico na Bahia tinha em mente os problemas da inter-relação de culturas e saúde mental (com atenção especial aos aspectos místicos - primitivos da psicose) retomando-os a partir das proposições da psicanálise e psicologia social americana situando-se criticamente entre as tendências de uma sociologia psicológica e uma psicologia cultural.
Nas últimas décadas a psicologia social brasileira, segundo Hiran Pinel (2005), foi marcada por dois psicólogos bastante antagônicos: Aroldo Rodrigues (empirismo e que adotou uma abordagem mais de experimental-cognitiva, por exemplo, de propagandas etc.) e, mais recentemente Silvia Lane (marxistae sócio-histórica).
Silvia Tatiana Maurer Lane e Aniela Ginsberg foram professoras fundadoras do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social da PUC-SP o primeiro curso de mestrado e doutorado da área a funcionar no Brasil, entre 1972 e 1983. Onde psicologia social é uma disciplina (teórica/prática) referendada em pesquisas empíricas sobre os problemas sociais brasileiros. Os textos desenvolvidos por professores e autores escolhidos são adotados como bibliografia básica na maioria dos cursos de Psicologia do Brasil e, também, em concursos públicos na área da saúde e educação. Receberam o prêmio outorgado pela Sociedade Interamericana de Psicologia (SIP), em julho de 2001.
Lane fez seguidores famosos e muito estudados na atualidade: Ana Bock e outros (mais ligados aVigotski), como Bader Sawaia (que descreve minuciosamente as artimanhas da Exclusão social e o quanto é falso e hipócrita a inclusão, encarada como "maquiagem" que cala a voz do oprimido); Wanderley Codo (que estuda grupos minoritários, sofrimentos e as questões de saúde dos professores e professoras); Maria Elizabeth Barros de Barros e Alex Sandro C. Sant'Ana (que se associam as idéias de Foucault, Deleuze, Guattari entre outros); Carlos Eduardo Ferraço (que se associa com Boaventura de Sousa Santos e Michel de Certeau); Hiran Pinel (que resgata tanto oexistencialismo quanto o marxismo de Paulo Freire) etc.
O psicólogo bielorrusso Vygotsky - um fervoroso marxista sem perder a qualidade de psicólogo e educador - foi resgatado por Alexander Luria em parceria com Jerome Bruner nos Estados Unidos da América, país que marcou - e marca - a psicologia brasileira. Em 1962 é publicado nos EUA, e após a saída dos militares do governo brasileiro, tornou-se inevitável sua publicação no Brasil.
Os psicólogos sociais sócio-históricos, produzem artigos criticando o Estado e o modo neo-liberal deprodução que tem um forte impacto na produção de subjetividades. As práticas são mais ativas e menos desenvolvidas em consultórios, e a noção de psicopatologia mudou bastante, reconhecendo como saudáveis as táticas e estratégias de enfrentamento da classe proletária.
Perfeccionista:
Os Perfeccionistas centralizam a vida numa busca constante de aperfeiçoamento no mundo a
sua volta. Sentindo-se incapazes de resolver os grandes problemas sociais, trabalham duro e
incessantemente para pôr em ordem seu mundo particular. Por não aceitarem a imperfeição, sentem
necessidade de buscar nas pessoas, na natureza ou nas artes os exemplos de perfeição que os
satisfaçam.
Quando se decepcionam com as pessoas ou acham falhas em projetos e atividades, ficam
frustrados porque suas expectativas não atingiram seus padrões perfeccionistas.
Como nada é como deveria ser, ficam cheios de energia para reagir contra o mal, a
desorganização e o erro. Com atitudes determinadas passam a corrigir tudo, de objetos a situações, o
que os leva a sentir ressentimento e raiva. No entanto, por ação do seu severo senso crítico interno,
raramente conseguem a sensação de ter realizado um trabalho completo e sem defeitos.
Para os Perfeccionistas existe sempre um jeito certo ou errado de fazer as coisas. Seu senso de
urgência os torna inimigos do relógio. Não gostam de conversa fiada, principalmente quando
precisam de concentração para realizar o que quer que seja.
São excelentes em trabalhos meticulosos, de precisão, e têm muita responsabilidade por aquilo
com que se comprometem. Em geral se tornam médicos, dentistas, corretores, mecânicos,
educadores, especialistas jurídicos, pois são atraídos por tudo o que exija detalhismo.
sua volta. Sentindo-se incapazes de resolver os grandes problemas sociais, trabalham duro e
incessantemente para pôr em ordem seu mundo particular. Por não aceitarem a imperfeição, sentem
necessidade de buscar nas pessoas, na natureza ou nas artes os exemplos de perfeição que os
satisfaçam.
Quando se decepcionam com as pessoas ou acham falhas em projetos e atividades, ficam
frustrados porque suas expectativas não atingiram seus padrões perfeccionistas.
Como nada é como deveria ser, ficam cheios de energia para reagir contra o mal, a
desorganização e o erro. Com atitudes determinadas passam a corrigir tudo, de objetos a situações, o
que os leva a sentir ressentimento e raiva. No entanto, por ação do seu severo senso crítico interno,
raramente conseguem a sensação de ter realizado um trabalho completo e sem defeitos.
Para os Perfeccionistas existe sempre um jeito certo ou errado de fazer as coisas. Seu senso de
urgência os torna inimigos do relógio. Não gostam de conversa fiada, principalmente quando
precisam de concentração para realizar o que quer que seja.
São excelentes em trabalhos meticulosos, de precisão, e têm muita responsabilidade por aquilo
com que se comprometem. Em geral se tornam médicos, dentistas, corretores, mecânicos,
educadores, especialistas jurídicos, pois são atraídos por tudo o que exija detalhismo.
Prestativo:
(DOADOR)
Os Prestativos centralizam a vida nos relacionamentos. São muito sensíveis a necessidades e
sentimentos dos outros. Sendo a vida um desafio, sentem-se capazes de lidar com qualquer problema
ou dificuldade de outras pessoas. Diante dos Prestativos as pessoas se desarmam, tornando-se
abertas e vulneráveis, campo propício para que eles possam dar sua atenção e demonstrar sua
consideração, bondade, gentileza e ajuda. Fazem isso porque querem ser úteis, buscando nas pessoas
o reconhecimento por suas atitudes solidárias.
Voltados para o mundo externo, os Prestativos têm dificuldade de entender e avaliar os
próprios sentimentos e necessidades, que projetam nos outros, voltando-se assim para atividades em
que possam estar rodeados de pessoas, evitando a solidão. Com isso, sua vida pessoal torna-se
desorganizada, os projetos inacabados e eles deixam de assumir a responsabilidade por aquilo com
que se comprometem.
Em geral, o tipo 2 se torna professor, profissional de saúde, assistente social. Os mais
extrovertidos buscam evidência como ator, conferencista, assessor de presidente de grandes
empresas. Gostam de vendas por lidar com pessoas, sendo também atraídos por atividades como
secretário e consultor de moda, ou outras nas quais possam ser úteis.
Os Prestativos centralizam a vida nos relacionamentos. São muito sensíveis a necessidades e
sentimentos dos outros. Sendo a vida um desafio, sentem-se capazes de lidar com qualquer problema
ou dificuldade de outras pessoas. Diante dos Prestativos as pessoas se desarmam, tornando-se
abertas e vulneráveis, campo propício para que eles possam dar sua atenção e demonstrar sua
consideração, bondade, gentileza e ajuda. Fazem isso porque querem ser úteis, buscando nas pessoas
o reconhecimento por suas atitudes solidárias.
Voltados para o mundo externo, os Prestativos têm dificuldade de entender e avaliar os
próprios sentimentos e necessidades, que projetam nos outros, voltando-se assim para atividades em
que possam estar rodeados de pessoas, evitando a solidão. Com isso, sua vida pessoal torna-se
desorganizada, os projetos inacabados e eles deixam de assumir a responsabilidade por aquilo com
que se comprometem.
Em geral, o tipo 2 se torna professor, profissional de saúde, assistente social. Os mais
extrovertidos buscam evidência como ator, conferencista, assessor de presidente de grandes
empresas. Gostam de vendas por lidar com pessoas, sendo também atraídos por atividades como
secretário e consultor de moda, ou outras nas quais possam ser úteis.
Bem sucedido:
Os Bem-sucedidos centralizam a vida nas metas que deverão atingir e nas tarefas que devem
executar. Querem ser amados e aceitos por suas realizações e conquistas, por isso aprendem a
suspender as próprias emoções e a direcionar a vida para a busca de status e reconhecimento.
Assumem papéis de líderes, com a imagem de vencedores. Para o tipo 3, a vida é uma
competição cujo dilema é buscar a vitória e evitar a derrota. Para eles, a aparência é muito
importante, por isso sempre estão bem vestidos, projetando um ar de confiança em seu talento e em
sua desenvoltura.
Falantes e otimistas, são comunicadores eficientes nas vendas, na exposição de novas idéias e
têm grande possibilidade para conseguir o que querem, insistindo até que as pessoas se rendam.
Projetando um ar de confiança e capacidade, os Bem-sucedidos, no fundo, têm um medo
enorme de se sentir fracassados. Evitam a autocrítica para esquecer as falhas e tentam reverter as
situações, tornando-as positivas. Esperam que os outros façam o mesmo, pois para eles só os
vencedores são dignos de amor.
Profissionalmente, os tipo 3 se destacam em qualquer carreira de gerência ou de liderança,
como político, comunicador, ator, ou na execução de trabalhos com perspectivas de lhe trazerem
sucesso.
executar. Querem ser amados e aceitos por suas realizações e conquistas, por isso aprendem a
suspender as próprias emoções e a direcionar a vida para a busca de status e reconhecimento.
Assumem papéis de líderes, com a imagem de vencedores. Para o tipo 3, a vida é uma
competição cujo dilema é buscar a vitória e evitar a derrota. Para eles, a aparência é muito
importante, por isso sempre estão bem vestidos, projetando um ar de confiança em seu talento e em
sua desenvoltura.
Falantes e otimistas, são comunicadores eficientes nas vendas, na exposição de novas idéias e
têm grande possibilidade para conseguir o que querem, insistindo até que as pessoas se rendam.
Projetando um ar de confiança e capacidade, os Bem-sucedidos, no fundo, têm um medo
enorme de se sentir fracassados. Evitam a autocrítica para esquecer as falhas e tentam reverter as
situações, tornando-as positivas. Esperam que os outros façam o mesmo, pois para eles só os
vencedores são dignos de amor.
Profissionalmente, os tipo 3 se destacam em qualquer carreira de gerência ou de liderança,
como político, comunicador, ator, ou na execução de trabalhos com perspectivas de lhe trazerem
sucesso.
Individualista:
(O ARTISTA)
Os Individualistas centralizam a vida em suas próprias necessidades, em seus próprios
sentimentos. Pessoas de muita sensibilidade, em geral, possuem talentos artísticos para dança,
música, pintura, teatro, literatura. Procurando sempre ser alguém especial, canalizam a sensibilidade
primeiro para eles, depois para os outros.
Para os tipo 4, os sentimentos vêm em primeiro lugar e se manifestam num estilo dramático,
ao reagir às situações em que se envolvem e ao interagir com elas. Sua aparência frágil e delicada por
fora esconde uma fortaleza interna, que o faz ver e interpretar o mundo de maneira pessoal e
individualista.
O medo de não corresponder às próprias expectativas alimenta um sentimento de
inferioridade, de serem medíocres e inúteis. Por isso, sentem inveja e desejo por tudo o que os outros
possuem ou tudo o que reconhecem com qualidade.
O sofrimento gerado por uma vida emocional intensa, muitas vezes negativa, faz com que se
sintam especiais. Tornar-se feliz, para os tipo 4, é o mesmo que ser superficial. Significa não ter acesso
As carreiras que atraem os tipo 4 estão ligadas à sensibilidade, às letras, às artes plásticas, à
interpretação etc.
Os Individualistas centralizam a vida em suas próprias necessidades, em seus próprios
sentimentos. Pessoas de muita sensibilidade, em geral, possuem talentos artísticos para dança,
música, pintura, teatro, literatura. Procurando sempre ser alguém especial, canalizam a sensibilidade
primeiro para eles, depois para os outros.
Para os tipo 4, os sentimentos vêm em primeiro lugar e se manifestam num estilo dramático,
ao reagir às situações em que se envolvem e ao interagir com elas. Sua aparência frágil e delicada por
fora esconde uma fortaleza interna, que o faz ver e interpretar o mundo de maneira pessoal e
individualista.
O medo de não corresponder às próprias expectativas alimenta um sentimento de
inferioridade, de serem medíocres e inúteis. Por isso, sentem inveja e desejo por tudo o que os outros
possuem ou tudo o que reconhecem com qualidade.
O sofrimento gerado por uma vida emocional intensa, muitas vezes negativa, faz com que se
sintam especiais. Tornar-se feliz, para os tipo 4, é o mesmo que ser superficial. Significa não ter acesso
As carreiras que atraem os tipo 4 estão ligadas à sensibilidade, às letras, às artes plásticas, à
interpretação etc.
Observador:
Os Observadores centralizam a vida na busca de conhecimento. Observam o mundo de
maneira fria, impessoal e objetiva. Depois de reunirem e absorverem as informações, retiram-se para
um local isolado, ficando sozinhos para avaliar, considerar e reconstruir tudo num padrão que, para
eles, seja lógico.
Possuem um sentimento de vazio interior, que procuram evitar reunindo informações.
Mostram uma imagem de pessoas solitárias, porém estão sempre à espera de alguém que apareça
para lhes fazer companhia e reconhecer seus méritos, sem no entanto tomar iniciativa para encontros.
Para os tipo 5, os fatos são mais importantes que os sentimentos. Preferem sempre uma
abordagem impessoal nas situações.
Desejam e precisam que os outros confiem e tenham esperança neles, pois os Observadores
não as têm em si mesmos. Assumem papel de especialistas com ares de superioridade para superar, e
às vezes encobrir, uma sensação de incapacidade.
As pessoas de tipo 5 não gostam de estar com alguém que não querem, nem de ser forçadas a
permanecer numa festa ou encontro social quando não lhes interessa a situação.
Os tipo 5 normalmente optam por trabalhar em áreas científicas ou técnicas, que demandam
habilidades intelectuais. Existem escritores, músicos e arquitetos muito competentes que têm um
padrão comportamental do tipo 5.
maneira fria, impessoal e objetiva. Depois de reunirem e absorverem as informações, retiram-se para
um local isolado, ficando sozinhos para avaliar, considerar e reconstruir tudo num padrão que, para
eles, seja lógico.
Possuem um sentimento de vazio interior, que procuram evitar reunindo informações.
Mostram uma imagem de pessoas solitárias, porém estão sempre à espera de alguém que apareça
para lhes fazer companhia e reconhecer seus méritos, sem no entanto tomar iniciativa para encontros.
Para os tipo 5, os fatos são mais importantes que os sentimentos. Preferem sempre uma
abordagem impessoal nas situações.
Desejam e precisam que os outros confiem e tenham esperança neles, pois os Observadores
não as têm em si mesmos. Assumem papel de especialistas com ares de superioridade para superar, e
às vezes encobrir, uma sensação de incapacidade.
As pessoas de tipo 5 não gostam de estar com alguém que não querem, nem de ser forçadas a
permanecer numa festa ou encontro social quando não lhes interessa a situação.
Os tipo 5 normalmente optam por trabalhar em áreas científicas ou técnicas, que demandam
habilidades intelectuais. Existem escritores, músicos e arquitetos muito competentes que têm um
padrão comportamental do tipo 5.
Questionador:
(FÓBICO)
Os Questionadores centralizam a vida na busca de segurança. Cautelosos com tudo na vida,
têm na mente perguntas como: Por que fiz aquilo? Será que eles vão se aproveitar de mim? E se ele
não gostar? Será que vou me esquecer? Orientados para os fatos, seus questionamentos são
constantes, pois reprimem a habilidade de tomar decisões próprias.
Pessoas sociáveis, amorosas, leais, honestas, justas, buscam sempre se juntar a grupos estáveis
com valores definidos. A sensação de insegurança e a falta de autoconfiança nas próprias decisões os
levam a viver na dependência da estabilidade e dos valores dos grupos com os quais estão
envolvidos.
Falam muito, externando preocupações consigo e com as pessoas de seu relacionamento,
achando que com isso estão dando amor.
Os Questionadores vivem investigando tudo o que acontece com a vida das pessoas a sua
volta. Isso os faz sentir-se ligados a elas, reforçando a segurança necessária para que se sentam
integrados.
Quando o sistema de comunicação se rompe ou quando surgem mudanças repentinas de
rumo e problemas inesperados, os Questionadores tornam-se rígidos e inflexíveis, sentindo-se
frustrados e irritadiços. Qualquer profissão cuja atividade seja em grupo, na área acadêmica, no
judiciário ou nas Forças Armadas.
Os Questionadores centralizam a vida na busca de segurança. Cautelosos com tudo na vida,
têm na mente perguntas como: Por que fiz aquilo? Será que eles vão se aproveitar de mim? E se ele
não gostar? Será que vou me esquecer? Orientados para os fatos, seus questionamentos são
constantes, pois reprimem a habilidade de tomar decisões próprias.
Pessoas sociáveis, amorosas, leais, honestas, justas, buscam sempre se juntar a grupos estáveis
com valores definidos. A sensação de insegurança e a falta de autoconfiança nas próprias decisões os
levam a viver na dependência da estabilidade e dos valores dos grupos com os quais estão
envolvidos.
Falam muito, externando preocupações consigo e com as pessoas de seu relacionamento,
achando que com isso estão dando amor.
Os Questionadores vivem investigando tudo o que acontece com a vida das pessoas a sua
volta. Isso os faz sentir-se ligados a elas, reforçando a segurança necessária para que se sentam
integrados.
Quando o sistema de comunicação se rompe ou quando surgem mudanças repentinas de
rumo e problemas inesperados, os Questionadores tornam-se rígidos e inflexíveis, sentindo-se
frustrados e irritadiços. Qualquer profissão cuja atividade seja em grupo, na área acadêmica, no
judiciário ou nas Forças Armadas.
Sonhador:
Os Sonhadores concentram a vida no pensamento e no planejamento em busca da melhor
maneira de serem felizes. Evitam o lado negativo da vida, mantendo o otimismo e criando soluções
para os problemas e situações que enfrentam.
Os Sonhadores em geral são generosos, expansivos, carinhosos e divertidos. Superficiais,
dificilmente mantêm o apego por atividades ou lugares por muito tempo. Ao primeiro problema que
encontram, em vez de enfrentá-lo, imaginam algo melhor, para o qual mudam o foco de atenção.
Os tipo 7 vêem o mundo como um lugar de dor e sofrimento. A fim de evitá-los, constróem
um mundo melhor em sua cabeça, protegendo-se assim do envolvimento com os problemas e as
tensões do dia-a-dia. Otimistas compulsivos, seus planos e idéias muitas vezes não passam de
simples fantasias. Esta nasce da crença de que existe um plano perfeito para a felicidade.
Para as outras pessoas, os Sonhadores parecem falsos e utópicos, indivíduos cujas idéias
carecem de bases sólidas na realidade. Isso, no entanto, não lhes tira a motivação de aceitar novos
desafios, nos quais colocam toda a sua energia para pensar e planejar.
Quando não sente mais prazer por alguma atividade, o sonhador a deixa de lado. Atitudes
assim podem dificultar o processo de amadurecimento das pessoas do tipo 7.
Se rejeitadas suas idéias, os Sonhadores confundem-se com a rejeição a si próprios, tornandose
agressivos e sentindo-se magoados. Os tipo 7 são atraídos por profissões ou empregos que
requeiram viagens, trabalho ao ar livre, como o dos fotógrafos, e definitivamente nada que os prenda
ou seja rotineiro.
maneira de serem felizes. Evitam o lado negativo da vida, mantendo o otimismo e criando soluções
para os problemas e situações que enfrentam.
Os Sonhadores em geral são generosos, expansivos, carinhosos e divertidos. Superficiais,
dificilmente mantêm o apego por atividades ou lugares por muito tempo. Ao primeiro problema que
encontram, em vez de enfrentá-lo, imaginam algo melhor, para o qual mudam o foco de atenção.
Os tipo 7 vêem o mundo como um lugar de dor e sofrimento. A fim de evitá-los, constróem
um mundo melhor em sua cabeça, protegendo-se assim do envolvimento com os problemas e as
tensões do dia-a-dia. Otimistas compulsivos, seus planos e idéias muitas vezes não passam de
simples fantasias. Esta nasce da crença de que existe um plano perfeito para a felicidade.
Para as outras pessoas, os Sonhadores parecem falsos e utópicos, indivíduos cujas idéias
carecem de bases sólidas na realidade. Isso, no entanto, não lhes tira a motivação de aceitar novos
desafios, nos quais colocam toda a sua energia para pensar e planejar.
Quando não sente mais prazer por alguma atividade, o sonhador a deixa de lado. Atitudes
assim podem dificultar o processo de amadurecimento das pessoas do tipo 7.
Se rejeitadas suas idéias, os Sonhadores confundem-se com a rejeição a si próprios, tornandose
agressivos e sentindo-se magoados. Os tipo 7 são atraídos por profissões ou empregos que
requeiram viagens, trabalho ao ar livre, como o dos fotógrafos, e definitivamente nada que os prenda
ou seja rotineiro.
«Adicção: Qualquer conduta de consumo que provoca a dependência psicológica e/ou física.
Uma sociedade hedonista e consumista, cada vez mais vazia de valores poderá propiciar a busca insaciável por um prazer que se perdeu ou que não se obteve através do estabelecimento da relação, o vazio é então preenchido pela “droga”. Essa droga pode ser entendida aqui como um objecto ou um comportamento/actividade.
O comportamento adictivo numa pessoa é caracterizado pelo excesso e descontrole das suas acções, onde o investimento é apenas direccionado a algo ou alguém.
As duas principais formas de adicção são:
- Adicção a substâncias psicoactivas – lícitas (álcool, tabaco, medicamentos como os ansiolíticos, anti-depressivos, etc.) e ilícitas (cocaína, heroína, haxixe etc.);
- Adicção a actividades e comportamentos – busca e permanência em relações disruptivas, jogo compulsivo, sexo e pornografia, internet, trabalho, exercício físico, compras, perturbações do comportamento alimentar como a anorexia, bulimia e voracidade alimentar etc.
A questão central das adicções está no vazio emocional que as pessoas buscam preencher de forma compulsiva.
Tendemos a culpabilizar o objecto, mas na realidade o problema está na pessoa e no seu comportamento descontrolado. Quantas vezes não ouvimos de pessoas próximas, frases como: “As pessoas dizem-me que estou a perder o controle quando bebo...”, “Não percebem que tenho que utilizar o computador para trabalhar!”, “Não sou um viciado!”, “As pessoas não entendem qual é a sensação de ganhar!”
Constatou-se que a doença das adicções é entendida como uma doença das relações, a relação consigo próprio, a relação com os outros, com o tempo.
O descontrole é que dá a indicação de uma doença, a compulsão e a falta de controle caracterizam a doença da adicção, assim como a diminuição do investimento em tudo o que é saudável. Quando há um descréscimo do que é saudável, dá-se o aumento do que é doente e consequentemente: A perda de valores e da espiritualidade.
Diariamente experienciamos diferentes formas e intensidades do sentimento de prazer, o que não significa que soframos de alguma psicopatologia. Quando podemos saber se esta relação/objecto está a tornar-se numa doença:
- As relações (família, profissão, etc.) são prejudicadas em detrimento do objecto/comportamento;
- Quando existem gastos compulsivos e comportamentos de risco (consumos consecutivos de substâncias lícitas ou ilícitas, sexo com estranhos e sem protecção, etc.);
- Quando o isolamento emocional, a vergonha e o desespero, estão demasiado presentes para um pedido de ajuda.
Onde buscar ajuda para a recuperação:
- Em centros licenciados ou clínicas especializadas para o tratamento das adicções;
- Nas psicoterapias de grupo ou individuais, há várias abordagens bem sucedidas em tratar este vazio ou descontrole emocional que caracteriza a doença das adicções;
- Por último, é importante clarificar que um dos factores que diferencia a doença das adicções de outras, é que primeiro adoece a mente e depois o corpo, mas não se trata de uma doença crónica; com ajuda especializada, a cura poderá residir na força interior da própria pessoa para ultrapassá-la.
Psicologia como ciência:
Há décadas a Psicologia tenta se afirmar como uma ciência “igual às outras”. Psicólogos, sobretudo nos Estados Unidos, dedicam a maior parte de suas carreiras a executar experimentos em laboratórios que obedeçam aos parâmetros de ciência, ou seja, tratam de fatos, fenômenos mensuráveis, quantificáveis, e que podem ser replicados por outros cientistas em iguais condições. Penso que essa é uma tarefa inglória. Os fenômenos humanos são de tal complexidade, de tal diversidade, que a metodologia científica clássica nunca dará conta de apreendê-los tal como são. O que não quer dizer que os experimentos sejam inúteis. Está aí a neurociência e suas incríveis descobertas, muitas das quais reafirmam o que a clínica psicológica há muito conhecia. Com freqüência, os experimentos e pesquisas empíricas servem para os psicólogos conseguirem financiamento para seus trabalhos, ou seja, garantirem um emprego, uma fonte de renda para sua atividade laboral, uma vez que as agências financiadoras valorizam, em maioria, pesquisas que consideram “científicas”. É preciso olhar para as conseqüências desse fato: as pesquisas científicas eventualmente conduzirão à descoberta de medicamentos – logo a indústria farmacêutica tem interesse nelas e as financiam. E as universidades precisam desses financiamentos para sustentarem seus departamentos de Psicologia.
Um outro ponto é a procura da “respeitabilidade” oferecida pela ciência. Se a Psicologia não pertence à área privilegiada da ciência, os profissionais que a ela se dedicam são de “segunda classe”, seus rendimentos financeiros pequenos, seu lugar na academia sempre precário, dependente de fundos universitários orientados muito mais para as pesquisas tecnológicas.
Por mais que todos os dias falemos da rapidez da informação, da “aceleração do tempo”, das mudanças incessantes trazidas pela tecnologia ao nosso cotidiano, há algumas coisas neste mundo que demoram muito a mudar... Uma delas é a noção de ciência – e há tempos esta noção deveria ter sido ampliada. No começo do século XX, o matemático, e depois filósofo, Edmund Husserl estabeleceu um modelo para a ciência que se revelaria mais amplo do que o clássico, cartesiano, que nos rege hegemonicamente. Por que? Porque rompia com a dicotomia sujeito-objeto, consciência-corpo, com a pretensão de objetividade dela resultante, com seus critérios de verdade. A Fenomenologia postula que a relação do sujeito com o objeto é indissolúvel – portanto, não há uma objetividade que exclua o sujeito da experiência, de qualquer experiência, inclusive a de pesquisa de conhecimentos. A subjetividade está presente em tudo que se refere ao humano. Depois de Husserl, na década de 1920, Martin Heidegger, o filósofo alemão discípulo de Husserl, acrescentará: este sujeito é um Dasein, um ser-no-mundo. Todo conhecimento advem de seres humanos que se inserem em um mundo (físico, social, cultural, biológico) do qual qualquer separação é artificial, construída/teórica.
Definição:
A psicologia é a ciência que estuda o comportamento e os processos mentais dos indivíduos (psiquismo), cabe agora definir tais termos[3]:
- Dizer que a psicologia é uma ciência significa que ela é regida pelas mesmas leis do método científico as quais regem as outras ciências: ela busca um conhecimento objetivo, baseado em fatos empíricos. Pelo seu objeto de estudo a psicologia desempenha o papel de elo entre asciências sociais, como a sociologia e a antropologia, as ciências naturais, como a biologia, e áreas científicas mais recentes como as ciências cognitivas e as ciências da saúde.
- Comportamento é a atividade observável (de forma interna ou externa) dos organismos na sua busca de adaptação ao meio em que vivem.
- Dizer que o indivíduo é a unidade básica de estudo da psicologia significa dizer que, mesmo ao estudar grupos, o indivíduo permanece o centro de atenção - ao contrário, por exemplo, dasociologia, que estuda a sociedade como um conjunto.
- Os processos mentais são a maneira como a mente humana funciona - pensar, planejar, tirar conclusões, fantasiar e sonhar. O comportamento humano não pode ser compreendido sem que se compreendam esses processos mentais, já que eles são a sua base.
Como toda a ciência, o fim da psicologia é a descrição, a explicação, a previsão e o controle do desenvolvimento do seu objeto de estudo. Como os processos mentais não podem ser observados mas apenas inferidos, torna-se o comportamento o alvo principal dessa descrição, explicação e previsão (mesmo as novas técnicas visuais da neurociência que permitem visualizar o funcionamento do cérebro não permitem a visualização dos processos mentais, mas somente de seus correlatos fisiológicos, ou seja, daquilo que acontece no organismo enquanto os processos mentais se desenrolam). Descrever o comportamento de um indivíduo significa, em primeiro lugar, o desenvolvimento de métodos de observação e análise que sejam o mais possível objetivos e em seguida a utilização desses métodos para o levantamento de dados confiáveis. A observação e a análise do comportamento podem ocorrer em diferentes níveis - desde complexos padrões de comportamento, como a personalidade, até a simples reação de uma pessoa a um sinal sonoro ou visual. A introspecção é uma forma especial de observação (ver mais abaixo o estruturalismo). A partir daquilo que foi observado o psicólogo procura explicar, esclarecer o comportamento. A psicologia parte do princípio de que o comportamento se origina de uma série de fatores distintos:variáveis orgânicas (disposição genética, metabolismo, etc.), disposicionais (temperamento, inteligência, motivação, etc.) e situacionais (influências do meios ambiente, da cultura, dos grupos de que a pessoa faz parte, etc.). As previsões em psicologia procuram expressar, com base nas explicações disponíveis, a probabilidade com que um determinado tipo de comportamento ocorrerá ou não. Com base na capacidade dessas explicações de prever o comportamento futuro se determina a também a sua validade. Controlar o comportamento significa aqui a capacidade de influenciá-lo, com base no conhecimento adquirido. Essa é parte mais prática da psicologia, que se expressa, entre outras áreas, na psicoterapia[3].
Para o psicólogo soviético A. R. Luria, um dos fundadores da neuropsicologia a psicologia do homem deve ocupar-se da análise das formas complexas de representação da realidade, que se constituíram ao longo da história da sociedade e são realizadas pelo cérebro humano, incluindo as formas subjetivas da atividade consciente sem substituí-las pelos estudo dos processos fisiológicos que lhes servem de base nem limitar-se a sua descrição exterior. Segundo esse autor, além de estabelecer as leis da sensação e percepção humana, regulação dos processos de atenção, memorização (tarefa iniciada por Wundt), na análise do pensamento lógico, formação das necessidades complexas e da personalidade, considera esses fenômenos como produto da história social (compartilhando, de certo modo com a proposição da Völkerpsychologie de Wundt (ver mais abaixo "História da Psicologia") e com as proposições de estudo simultâneo dos processos neurofisiológicos e das determinações histórico-culturais, realizadas de modo independente por seu contemporâneo
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